Previdência privada não tem come-cotas: entenda a mudança na tributação para fundos exclusivos

Quanta Previdência • 30 de novembro de 2023

No início de 2024, entrou em vigor a Lei 14.754/23 que estabelece a implementação do regime de come-cotas para os fundos exclusivos. Esta lei prevê a cobrança de imposto sobre a rentabilidade duas vezes ao ano – de 20% para investimentos de curto prazo (até um ano de aplicação) e de 15% para investimentos de longo prazo.  

A isenção da cobrança do come-cotas era uma das principais vantagens dos fundos exclusivos até o final de 2023, já que o imposto só era recolhido caso o investidor realizasse resgates. Com isso, tais investimentos se tornaram menos atrativos, abrindo espaço para outras possibilidades. 

Diante dessa situação, os planos de previdência complementar passaram a ganhar destaque. De acordo com dados apurados pela ANBIMA, a nova tributação proporcionou a captação de cerca de R$ 11 bilhões pela previdência privada nos primeiros três meses de 2024. É importante lembrar que essa tributação não incide em fundos exclusivos ligados a classe de previdência, visto que esses se enquadram em outra categoria. 

Previdência Complementar: uma alternativa atraente

A informação mais importante que você precisa saber é que a Previdência Complementar permanece sem a cobrança de come-cotas, uma alternativa de substituição para investimentos com natureza de poupança de longo prazo. Por esta razão, deve ocorrer cada vez mais a migração dos investidores para os fundos de previdência complementar

É com base nesse cenário que os planos de previdência oferecidos pela Quanta se tornam ainda mais atraentes quando comparados ao mercado. Além de fornecer a segurança de um plano fechado com contas individuais, nossos planos possuem as menores taxas de administração e contam com o benefício do diferimento fiscal. Ou seja, não há a cobrança de come-cotas, tanto na fase de acumulação quanto na fase de recebimento dos recursos. 

Para visualizarmos o impacto da tributação de come-cotas sobre o patrimônio investido, a simulação abaixo mostra a evolução do patrimônio de um investidor ao aplicar em um plano de previdência da Quanta, em contrapartida a aplicação em um fundo exclusivo não previdenciário.  

Com base no gráfico acima podemos perceber como o resultado no longo prazo é bastante diferente entre as duas categorias. Considerando o mesmo período de investimento e as mesmas condições de aportes, a diferença do saldo líquido seria de R$ 306.151.   

A isenção do come-cotas, juntamente com o benefício da dedução fiscal de até 12% da renda bruta anual – para quem declara Imposto de Renda no modelo completo – permite que o investidor se beneficie de uma maior acumulação de saldo durante o período de investimento. 

Os valores que seriam tributados via come-cotas são mantidos no saldo do participante e os valores que seriam tributados na declaração anual de Imposto de Renda, podem ser reinvestidos no plano de previdência. Essas ações, a longo prazo, intensificam o poder dos juros compostos, potencializando ainda mais o saldo dos participantes no futuro. 

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19 de agosto de 2026
Quando falamos de Previdência Instituída, falamos de uma das grandes inovações do sistema de previdência complementar fechado no Brasil. Ela permite levar previdência para públicos que, muitas vezes, não estão nos planos patrocinados tradicionais: profissionais liberais, empresários, associados, cooperados, colaboradores, famílias e comunidades organizadas. É uma resposta moderna para um desafio antigo: ampliar o acesso à proteção financeira de longo prazo. Mas há uma provocação importante: a Previdência Instituída não escala apenas porque é uma boa ideia . Ela escala quando essa boa ideia se transforma em uma operação viva, digital, eficiente, conectada e centrada no participante. E é aqui que entra a tecnologia. Não falo de tecnologia apenas como sistema administrativo, aplicativo, portal ou CRM. Tudo isso é importante, claro. Mas é só uma parte da história. Na Previdência Instituída, tecnologia precisa ser entendida como modelo de gestão . É processo digitalizado, dado bem tratado, automação de rotinas, inteligência artificial aplicada, integração com canais dos instituidores ou distribuidores. É também jornada do participante com oportunidades de autosserviço, atendimento em escala. E por fim, é especialmente letramento digital dos times. Na Quanta, aprendemos isso na prática. Nascemos e seguimos operando como uma EFPC: sem fins lucrativos, regulada pela PREVIC, com governança, conselhos, comitês, transparência e compromisso de longo prazo. Mas, ao longo da nossa trajetória, desenvolvemos capacidades que raramente coexistem em uma entidade tradicional. Hoje, operamos com cerca de 250 mil participantes , aproximadamente R$ 8,7 bilhões sob gestão , mais de 50 cooperativas conectadas , presença multissistema, cerca de 15 distribuidores , mais de 60 contratos de aporte de empregador, aproximadamente R$ 150 milhões por mês em cobrança processada e cerca de 20 mil atendimentos mensais . Esses números mostram algo simples: quando a Previdência Instituída ganha escala, ela deixa de ser uma operação artesanal. Passa a exigir arquitetura operacional, processos, dados, automação, canais, governança e cultura digital. A nossa tese está ancorada em três pilares: escala, experiência e eficiência . Escala, porque a Previdência Instituída precisa chegar a públicos pulverizados, em diferentes regiões, canais e níveis de maturidade financeira. O desafio não é apenas vender um plano. É transformar potencial em acesso, adesão e permanência. Isso exige padronizar jornadas, apoiar canais, automatizar adesão, processar cobranças, acompanhar portabilidades, medir conversão, segmentar públicos e sustentar milhares de interações. Experiência , porque previdência ainda parece, para muita gente, algo distante, técnico e “para depois”. Mas a vida financeira não espera a aposentadoria para acontecer. Ela acontece quando a pessoa casa, tem filhos, troca de carreira, empreende, cuida dos pais, planeja sucessão, enfrenta uma doença, perde renda ou decide viver mais livre. Por isso, a tecnologia precisa aproximar a previdência da vida real. A jornada começa com diagnóstico de objetivos e passa por recomendação, contribuição, proteção, revisão, portabilidade, educação financeira, perfis de investimento e opções de renda. É a mudança da lógica do “compre um plano” para “vamos organizar sua vida financeira, sua proteção e sua liberdade futura” . Eficiência, porque em uma EFPC eficiência não é apenas uma agenda administrativa. É uma agenda previdenciária. Quanto menor o custo e mais inteligente a operação, maior o valor líquido que pode permanecer com o participante. Na Quanta, nosso custo per capita é de aproximadamente R$ 252 , enquanto a média setorial indicada nos nossos estudos gira em torno de R$ 1.200 . Nossa taxa é próxima de 0,25% ao ano , enquanto produtos do mercado aberto podem chegar a patamares próximos de 1,50% ao ano . Em previdência, diferença de custo não é detalhe. No longo prazo, custo vira patrimônio — ou vira perda de oportunidade. Outro ponto importante: tecnologia também nos ajuda a enxergar o que ainda não capturamos. Muitas vezes, a maior oportunidade não está em buscar um mercado completamente novo, mas em ativar melhor a base que já confia na instituição. Nos nossos estudos, identificamos cerca de R$ 7,2 bilhões em potencial de portabilidade , aproximadamente R$ 686 milhões em potencial de proteção familiar e apenas 3% do potencial tributário capturado . Isso mostra que ainda há espaço relevante para revisão de contribuições, ampliação de proteção familiar, uso estratégico do benefício fiscal, adesão automática, ativação de famílias e jornadas para crianças e dependentes. Mas nada disso se captura com campanha genérica. Exige dado, segmentação, inteligência, automação, comunicação personalizada, integração com canais e acompanhamento contínuo. Olhando para frente, vejo dois caminhos. O primeiro é usar tecnologia para digitalizar o modelo atual: trocar papel por tela, atendimento físico por portal, campanha por disparo digital. Isso melhora. Mas não transforma. O segundo é redesenhar a previdência a partir da jornada do participante. Integrar previdência, proteção, educação financeira, longevidade, dados, IA, automação, canais e relacionamento. Esse é o caminho que transforma a proposta de valor. A Previdência Instituída tem uma oportunidade enorme no Brasil. Ela amplia acesso, conecta comunidades, entrega governança, regulação, custo eficiente e visão de longo prazo. Mas só cumpre todo o seu potencial quando opera com escala, experiência e eficiência. A Previdência Instituída é uma inovação do sistema. Mas ela só escala quando a tecnologia deixa de ser ferramenta e passa a ser modelo de gestão. — Denise Maidanchen, CEO da Quanta Previdência | 25 anos em Previdência Complementar, Presidente do Lide Mulher e Diretora da Uniabrapp
Por Vanessa B 17 de agosto de 2026
A Quanta Previdência informa que as alterações do Regulamento do Plano Precaver foram aprovadas pela PREVIC , por meio da Portaria PREVIC nº 550, de 20 de julho de 2026 , publicada no Diário Oficial da União em 22 de julho de 2026 . A aprovação conclui o processo de alteração regulamentar anteriormente comunicado aos participantes e contempla os ajustes realizados no Regulamento do Plano Precaver. Com a conclusão dessa etapa, ficam formalizadas as alterações regulamentares aprovadas pelo órgão regulador. Para conhecimento e consulta, o Regulamento do Plano Precaver aprovado pela PREVIC está disponível em anexo a este comunicado . A Quanta Previdência reforça seu compromisso com a transparência, a segurança e a conformidade regulatória , mantendo os participantes informados sobre as atualizações relevantes do Plano. Confira o Regulamento aprovado.
Por Vanessa B 12 de agosto de 2026
A Quanta Previdência informa aos seus participantes e assistidos que a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) aprovou as alterações propostas ao Estatuto Social da Entidade, por meio da Portaria PREVIC/DILIC nº 557, de 21 de julho de 2026 , publicada no Diário Oficial da União em 27 de julho de 2026 . As alterações têm como objetivo fortalecer a estrutura de governança da Quanta Previdência, por meio da ampliação da composição da Diretoria Executiva, que passa a ser formada por três membros: Diretor Executivo, Diretor de Tecnologia e Operações e Diretor de Negócios e Mercado. A criação da nova diretoria reforça a estratégia de crescimento sustentável da Entidade, fortalece o relacionamento com instituidores e parceiros e amplia a capacidade de desenvolvimento de novos negócios, sempre observando as disposições legais, regulamentares e estatutárias. As alterações estatutárias não promovem qualquer alteração nas regras dos planos de benefícios , não impactam direitos, obrigações ou benefícios dos participantes e assistidos, nem modificam a administração dos recursos dos planos. O Estatuto Social atualizado encontra-se disponível para consulta na íntegra , integrando a documentação oficial da Entidade. Esta comunicação é realizada em atendimento à regulamentação aplicável às entidades fechadas de previdência complementar, tendo por objetivo dar ciência da aprovação das alterações estatutárias e da disponibilização do Estatuto Social atualizado. Caso necessite de quaisquer esclarecimentos ou tenha dúvidas, estamos à disposição por meio de nossos canais de atendimento.