Do presente ao futuro: Como as novas gerações estão redesenhando o futuro do trabalho

Quanta Previdência • 7 de abril de 2025
O futuro do trabalho está mudando e as novas gerações dominarão o mercado de trabalho, mas o que isso significa?

A realidade é que o futuro do trabalho já chegou – e ele não está esperando por ninguém. Se você ainda acha que as mudanças no ambiente corporativo são algo para daqui a 20 anos, é hora de repensar. Automação, Inteligência Artificial, e trabalho remoto já são partes do cotidiano de muitas empresas, e quem não se adaptar rapidamente ficará para trás. O cenário está mudando a um ritmo acelerado e, em poucos anos, a forma como trabalhamos será completamente diferente. O que as empresas e colaboradores precisam fazer agora para não serem deixados para trás?

Transformações no cenário de trabalho e a adaptação das empresas

Esse novo cenário também trouxe à tona uma mudança nas expectativas dos colaboradores. Em um mundo onde as pessoas buscam mais eficiência, elas querem experiências significativas e conexões mais humanas com seu trabalho e seus colegas. Esse movimento de “Reconexão Social” é, em parte, uma resposta à crescente digitalização e impessoalidade do ambiente de trabalho moderno. De acordo com a Gartner, 82% dos funcionários afirmam que é importante serem vistos como pessoas pelas suas organizações, e não apenas como “recursos humanos”. No entanto, apenas 45% acreditam que suas empresas realmente os veem dessa forma.

Ao mesmo tempo, vemos que os modelos de trabalho estão em transformação. No Brasil, mais de 50% dos profissionais que atuam presencialmente gostariam de migrar para o modelo híbrido ou remoto, como apontou uma pesquisa da Deel. Porém, a realidade corporativa ainda é muito centrada no presencial, com 51% das empresas adotando esse modelo de trabalho. Essa desconexão entre as preferências dos colaboradores e a estrutura das empresas está criando um dilema para muitas organizações, que precisam encontrar um equilíbrio entre as demandas dos funcionários e os modelos operacionais tradicionais.

O papel dos líderes e o impacto nas transformações organizacionais

Nesse contexto de mudanças, os líderes desempenham um papel crucial. Como eles tratam suas equipes determinará o sucesso da implementação dessas novas tecnologias e modelos de trabalho. Quando os colaboradores se sentem motivados, com autonomia e propósito, as transformações são mais facilmente aceitas. Caso contrário, o risco de desengajamento é grande, o que pode impactar diretamente na qualidade do trabalho e no desempenho da empresa. Em um cenário onde as expectativas dos colaboradores estão em alta, as empresas precisam mostrar que reconhecem suas necessidades e estão dispostas a mudar para acomodá-las.

O desafio da adaptação e as expectativas dos colaboradores

O mercado de trabalho está cada vez mais dinâmico e as expectativas dos colaboradores estão mudando rapidamente. Flexibilidade, bem-estar e segurança financeira são as prioridades da nova geração de trabalhadores, que buscam ambientes de trabalho mais equilibrados e significativos. Em resposta, as empresas precisam investir em estratégias que atendam a essas necessidades, se quiserem atrair e reter os melhores talentos. Estratégias de benefícios, como a previdência corporativa, surgem como uma forma de alinhar os interesses das empresas com as expectativas de seus funcionários.

A importância da previdência corporativa para a retenção de talentos

Investir em previdência corporativa, como o Cooprev, é uma maneira eficaz de demonstrar compromisso com o futuro financeiro dos colaboradores, ao mesmo tempo em que oferece vantagens fiscais para as empresas. Esse tipo de benefício não só fortalece a lealdade e o comprometimento dos colaboradores, mas também posiciona a empresa como moderna e inovadora, alinhada com as expectativas atuais do mercado de trabalho. Em um cenário onde as empresas precisam se destacar para reter talentos, adotar benefícios que proporcionem segurança financeira pode ser um diferencial importante.

O Cooprev: preparando sua empresa para o futuro do trabalho

Adotar o Cooprev em sua empresa significa estar preparado para as mudanças que estão moldando o futuro do trabalho. Ele oferece uma solução simples e eficaz para proporcionar benefícios valiosos aos colaboradores, sem custos adicionais com contratação ou implantação. Além de melhorar a percepção da empresa no mercado de trabalho, o Cooprev fortalece o vínculo entre a organização e seus colaboradores, criando um ambiente de trabalho mais engajado e alinhado com as transformações do futuro.

Prepare-se para o futuro do trabalho

O futuro do trabalho será cada vez mais caracterizado pela integração de inovações tecnológicas com uma busca crescente por dignidade no trabalho e reconexão social. As empresas que souberem integrar essas mudanças, oferecendo benefícios que atendam às necessidades de seus colaboradores, estarão mais preparadas para prosperar e reter talentos. O Cooprev surge como uma excelente opção para ajudar sua empresa a se adaptar às novas exigências e se destacar no mercado.

Além disso, as tendências mais amplas do mercado de trabalho, como o impacto da inteligência artificial e as mudanças nas profissões, já estão sendo discutidas com mais profundidade em artigos especializados. De acordo com a Forbes, estima-se que até 2027, 23% das profissões devem passar por transformações significativas. Outra pesquisa revela 20 tendências que vão moldar a realidade do mercado de trabalho nos próximos anos, deixando claro que empresas que não se adaptarem a essas mudanças poderão ficar para trás.

19 de agosto de 2026
Quando falamos de Previdência Instituída, falamos de uma das grandes inovações do sistema de previdência complementar fechado no Brasil. Ela permite levar previdência para públicos que, muitas vezes, não estão nos planos patrocinados tradicionais: profissionais liberais, empresários, associados, cooperados, colaboradores, famílias e comunidades organizadas. É uma resposta moderna para um desafio antigo: ampliar o acesso à proteção financeira de longo prazo. Mas há uma provocação importante: a Previdência Instituída não escala apenas porque é uma boa ideia . Ela escala quando essa boa ideia se transforma em uma operação viva, digital, eficiente, conectada e centrada no participante. E é aqui que entra a tecnologia. Não falo de tecnologia apenas como sistema administrativo, aplicativo, portal ou CRM. Tudo isso é importante, claro. Mas é só uma parte da história. Na Previdência Instituída, tecnologia precisa ser entendida como modelo de gestão . É processo digitalizado, dado bem tratado, automação de rotinas, inteligência artificial aplicada, integração com canais dos instituidores ou distribuidores. É também jornada do participante com oportunidades de autosserviço, atendimento em escala. E por fim, é especialmente letramento digital dos times. Na Quanta, aprendemos isso na prática. Nascemos e seguimos operando como uma EFPC: sem fins lucrativos, regulada pela PREVIC, com governança, conselhos, comitês, transparência e compromisso de longo prazo. Mas, ao longo da nossa trajetória, desenvolvemos capacidades que raramente coexistem em uma entidade tradicional. Hoje, operamos com cerca de 250 mil participantes , aproximadamente R$ 8,7 bilhões sob gestão , mais de 50 cooperativas conectadas , presença multissistema, cerca de 15 distribuidores , mais de 60 contratos de aporte de empregador, aproximadamente R$ 150 milhões por mês em cobrança processada e cerca de 20 mil atendimentos mensais . Esses números mostram algo simples: quando a Previdência Instituída ganha escala, ela deixa de ser uma operação artesanal. Passa a exigir arquitetura operacional, processos, dados, automação, canais, governança e cultura digital. A nossa tese está ancorada em três pilares: escala, experiência e eficiência . Escala, porque a Previdência Instituída precisa chegar a públicos pulverizados, em diferentes regiões, canais e níveis de maturidade financeira. O desafio não é apenas vender um plano. É transformar potencial em acesso, adesão e permanência. Isso exige padronizar jornadas, apoiar canais, automatizar adesão, processar cobranças, acompanhar portabilidades, medir conversão, segmentar públicos e sustentar milhares de interações. Experiência , porque previdência ainda parece, para muita gente, algo distante, técnico e “para depois”. Mas a vida financeira não espera a aposentadoria para acontecer. Ela acontece quando a pessoa casa, tem filhos, troca de carreira, empreende, cuida dos pais, planeja sucessão, enfrenta uma doença, perde renda ou decide viver mais livre. Por isso, a tecnologia precisa aproximar a previdência da vida real. A jornada começa com diagnóstico de objetivos e passa por recomendação, contribuição, proteção, revisão, portabilidade, educação financeira, perfis de investimento e opções de renda. É a mudança da lógica do “compre um plano” para “vamos organizar sua vida financeira, sua proteção e sua liberdade futura” . Eficiência, porque em uma EFPC eficiência não é apenas uma agenda administrativa. É uma agenda previdenciária. Quanto menor o custo e mais inteligente a operação, maior o valor líquido que pode permanecer com o participante. Na Quanta, nosso custo per capita é de aproximadamente R$ 252 , enquanto a média setorial indicada nos nossos estudos gira em torno de R$ 1.200 . Nossa taxa é próxima de 0,25% ao ano , enquanto produtos do mercado aberto podem chegar a patamares próximos de 1,50% ao ano . Em previdência, diferença de custo não é detalhe. No longo prazo, custo vira patrimônio — ou vira perda de oportunidade. Outro ponto importante: tecnologia também nos ajuda a enxergar o que ainda não capturamos. Muitas vezes, a maior oportunidade não está em buscar um mercado completamente novo, mas em ativar melhor a base que já confia na instituição. Nos nossos estudos, identificamos cerca de R$ 7,2 bilhões em potencial de portabilidade , aproximadamente R$ 686 milhões em potencial de proteção familiar e apenas 3% do potencial tributário capturado . Isso mostra que ainda há espaço relevante para revisão de contribuições, ampliação de proteção familiar, uso estratégico do benefício fiscal, adesão automática, ativação de famílias e jornadas para crianças e dependentes. Mas nada disso se captura com campanha genérica. Exige dado, segmentação, inteligência, automação, comunicação personalizada, integração com canais e acompanhamento contínuo. Olhando para frente, vejo dois caminhos. O primeiro é usar tecnologia para digitalizar o modelo atual: trocar papel por tela, atendimento físico por portal, campanha por disparo digital. Isso melhora. Mas não transforma. O segundo é redesenhar a previdência a partir da jornada do participante. Integrar previdência, proteção, educação financeira, longevidade, dados, IA, automação, canais e relacionamento. Esse é o caminho que transforma a proposta de valor. A Previdência Instituída tem uma oportunidade enorme no Brasil. Ela amplia acesso, conecta comunidades, entrega governança, regulação, custo eficiente e visão de longo prazo. Mas só cumpre todo o seu potencial quando opera com escala, experiência e eficiência. A Previdência Instituída é uma inovação do sistema. Mas ela só escala quando a tecnologia deixa de ser ferramenta e passa a ser modelo de gestão. — Denise Maidanchen, CEO da Quanta Previdência | 25 anos em Previdência Complementar, Presidente do Lide Mulher e Diretora da Uniabrapp
Por Vanessa B 17 de agosto de 2026
A Quanta Previdência informa que as alterações do Regulamento do Plano Precaver foram aprovadas pela PREVIC , por meio da Portaria PREVIC nº 550, de 20 de julho de 2026 , publicada no Diário Oficial da União em 22 de julho de 2026 . A aprovação conclui o processo de alteração regulamentar anteriormente comunicado aos participantes e contempla os ajustes realizados no Regulamento do Plano Precaver. Com a conclusão dessa etapa, ficam formalizadas as alterações regulamentares aprovadas pelo órgão regulador. Para conhecimento e consulta, o Regulamento do Plano Precaver aprovado pela PREVIC está disponível em anexo a este comunicado . A Quanta Previdência reforça seu compromisso com a transparência, a segurança e a conformidade regulatória , mantendo os participantes informados sobre as atualizações relevantes do Plano. Confira o Regulamento aprovado.
Por Vanessa B 12 de agosto de 2026
A Quanta Previdência informa aos seus participantes e assistidos que a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) aprovou as alterações propostas ao Estatuto Social da Entidade, por meio da Portaria PREVIC/DILIC nº 557, de 21 de julho de 2026 , publicada no Diário Oficial da União em 27 de julho de 2026 . As alterações têm como objetivo fortalecer a estrutura de governança da Quanta Previdência, por meio da ampliação da composição da Diretoria Executiva, que passa a ser formada por três membros: Diretor Executivo, Diretor de Tecnologia e Operações e Diretor de Negócios e Mercado. A criação da nova diretoria reforça a estratégia de crescimento sustentável da Entidade, fortalece o relacionamento com instituidores e parceiros e amplia a capacidade de desenvolvimento de novos negócios, sempre observando as disposições legais, regulamentares e estatutárias. As alterações estatutárias não promovem qualquer alteração nas regras dos planos de benefícios , não impactam direitos, obrigações ou benefícios dos participantes e assistidos, nem modificam a administração dos recursos dos planos. O Estatuto Social atualizado encontra-se disponível para consulta na íntegra , integrando a documentação oficial da Entidade. Esta comunicação é realizada em atendimento à regulamentação aplicável às entidades fechadas de previdência complementar, tendo por objetivo dar ciência da aprovação das alterações estatutárias e da disponibilização do Estatuto Social atualizado. Caso necessite de quaisquer esclarecimentos ou tenha dúvidas, estamos à disposição por meio de nossos canais de atendimento.